Crush Tester BGY-1

O Crush Tester BGY-1 é uma prensa digital microprocessada para ensaios de resistência à compressão em papel e papelão ondulado. Em um único equipamento, realiza os testes RCT, ECT, FCT, CMT, PAT e CCT — atendendo às normas ISO 3037, ISO 12192, ISO 7263 e ISO 13820. Acionado por motor de passo de alto desempenho com sensor de precisão (erro <1%), oferece resultado automático com estatísticas, impressão térmica e exportação de dados para PC.

Crush Tester BGY-1: Prensa Digital para Ensaios de Resistência à Compressão em Papel e Papelão Ondulado

O Crush Tester BGY-1 é uma prensa digital microprocessada desenvolvida para realizar os principais ensaios de resistência à compressão em papel, papelão e papelão ondulado, em conformidade com normas internacionais ISO, GB/T e TAPPI. Acionado por motor de passo de alto desempenho com controle por chips americanos, o equipamento garante transmissão precisa por fuso de esfera, velocidade de teste controlada e resultados rastreáveis.

Com sensor de alta precisão (erro inferior a 1%), tela colorida touchscreen, impressora térmica acoplada e software profissional para exportação de dados, o BGY-1 é a solução completa para laboratórios de controle de qualidade, P&D e supervisão de qualidade nas indústrias de papel, embalagens e papelão ondulado.

Em um único equipamento — com os acessórios correspondentes — é possível executar os testes RCT, ECT, FCT, CMT, PAT e CCT, eliminando a necessidade de múltiplos instrumentos para o controle de qualidade do papelão ondulado e seus componentes.

O que é um Crush Tester?

Um Crush Tester — também chamado de prensa crush tester, testador de esmagamento ou máquina de ensaio de resistência à compressão — é um equipamento metrológico utilizado para medir a força máxima de compressão suportada por amostras de papel, papelão liso ou papelão ondulado antes do colapso estrutural.

O princípio de funcionamento consiste em aplicar uma força crescente e controlada sobre a amostra, por meio de pratos paralelos de aço inoxidável movidos por fuso de esfera, enquanto o sistema registra continuamente a carga em newtons (N). O valor máximo registrado no ponto de colapso — chamado de peak load — é o resultado do ensaio.

Dependendo do tipo de amostra e do acessório utilizado, o mesmo equipamento realiza diferentes modalidades de ensaio, cada uma avaliando uma propriedade mecânica específica do material:

Princípio fundamental: A resistência à compressão do papelão ondulado é a principal variável que determina a capacidade de empilhamento de caixas durante o transporte e armazenamento. Controlar esse parâmetro é controlar a integridade da cadeia logística.

A relação entre os ensaios de crush e a resistência da caixa de papelão

A resistência de uma caixa de papelão ondulado depende diretamente das propriedades mecânicas dos seus componentes individuais — as capas (liners) e o miolo (fluting medium). Os ensaios de crush permitem avaliar esses componentes separadamente e em conjunto, fornecendo dados para cálculos de resistência ao empilhamento como a Fórmula de McKee, amplamente utilizada pela indústria de embalagens.

Tipos de Ensaio Realizados pelo Crush Tester BGY-1

O BGY-1 realiza seis modalidades de ensaio de compressão, cada uma com acessório específico e norma correspondente:

RCT — Ring Crush Test (Teste de Esmagamento do Anel)

O Ring Crush Test (RCT) mede a resistência à compressão de borda do papel e do papelão, com a amostra conformada em formato de anel cilíndrico. É o ensaio mais utilizado para avaliar a resistência individual das capas (liner) do papelão ondulado, sendo diretamente correlacionado ao desempenho de empilhamento da caixa final.

  • Amostra: tira de papel com 152 mm × 12,7 mm, enrolada em forma de anel
  • Normas: ISO 12192, TAPPI T822, GB/T 2679.8
  • Resultado expresso em: N ou kN/m
  • Aplicação: qualificação de capas (liner) de papelão ondulado

ECT — Edge Crush Test (Teste de Esmagamento da Borda)

O Edge Crush Test (ECT) mede a resistência à compressão de borda do papelão ondulado já formado (chapa combinada). É o ensaio mais diretamente relacionado à resistência ao empilhamento (BCT — Box Compression Test) da caixa acabada, sendo especificado em praticamente todas as normas de embalagem de exportação.

  • Amostra: tira de papelão ondulado com 25 × 100 mm, posicionada verticalmente
  • Normas: ISO 3037, TAPPI T811, GB/T 6546
  • Resultado expresso em: kN/m
  • Aplicação: controle de qualidade de chapas de papelão ondulado simples, dupla e tripla parede

FCT — Flat Crush Test (Teste de Compressão Plana)

O Flat Crush Test (FCT) mede a resistência à compressão plana (perpendicular à superfície) do papelão ondulado. Avalia a capacidade da onda de suportar cargas verticais sem achatar, sendo crítico para embalagens que sofrem pressão uniformemente distribuída durante o armazenamento.

  • Amostra: disco de papelão ondulado de face simples ou simples parede
  • Normas: ISO 3035, TAPPI T825, GB/T 2679.6
  • Aplicação: avaliação da geometria da onda e qualidade da colagem

CMT — Concora Medium Test (Teste do Miolo Ondulado)

O Concora Medium Test (CMT) avalia a resistência à compressão do papel miolo após ser ondulado em laboratório, simulando as condições do processo industrial. É o ensaio de referência para qualificação do papel miolo antes da produção da chapa ondulada.

  • Amostra: tira de papel miolo ondulada em laboratório com acessório específico (flauta vertical)
  • Normas: ISO 7263, TAPPI T809, GB/T 2679.6
  • Aplicação: controle de qualidade do papel miolo (fluting medium)

PAT — Pin Adhesion Test (Teste de Resistência de Adesão)

O Pin Adhesion Test (PAT) mede a resistência da colagem entre o miolo e as capas do papelão ondulado, por separação seletiva utilizando dispositivo com pinos. Avalia a qualidade do adesivo (cola de amido) e do processo de colagem na onduladora.

  • Amostra: tira de papelão ondulado com 25 × 80 mm
  • Normas: ISO 13820, GB/T 6548
  • Aplicação: controle da qualidade da colagem nas onduladoras e na fabricação de caixas

CCT — Crushing Strength Test (Teste de Resistência ao Esmagamento)

O Crushing Strength Test (CCT) avalia a resistência à compressão do papel miolo em posição vertical após ondulação em laboratório, determinando a resistência da coluna da onda. Complementa o CMT fornecendo dados sobre o comportamento compressivo da onda já formada.

  • Normas: GB/T 2679.6, ISO 7263
  • Aplicação: caracterização completa do papel miolo para papelão ondulado

Para que Serve o Crush Tester BGY-1?

O Crush Tester BGY-1 é projetado para atender laboratórios de controle de qualidade, centros de P&D e linhas de produção dos seguintes setores:

Fabricantes de Papelão Ondulado e Caixas

Onduladoras e convertedoras de caixas utilizam o BGY-1 para o controle de qualidade de chapas e caixas acabadas, garantindo que os produtos atendam às especificações dos clientes e às normas de embalagem para exportação — especialmente os requisitos de ECT e BCT exigidos por grandes varejistas e transportadoras internacionais.

Fabricantes e Distribuidores de Papel

Papeleiras e distribuidores utilizam os ensaios de RCT e CMT para qualificar seus produtos (liners e fluting medium) antes da entrega aos clientes, garantindo a rastreabilidade dos lotes e o cumprimento de especificações contratuais.

Laboratórios de Controle de Qualidade e P&D

Centros de pesquisa, universidades e laboratórios independentes utilizam o BGY-1 para desenvolvimento de novos papéis e papelões, avaliação de aditivos e aprimoramento de processos de fabricação.

Supervisão de Qualidade e Inspeção

Órgãos de inspeção, certificadoras e departamentos de qualidade de indústrias consumidoras de embalagens utilizam o equipamento para validar o desempenho de fornecedores e auditar lotes recebidos.

Benefícios e Diferenciais do Crush Tester BGY-1

1. Seis Ensaios em um Único Equipamento

Com os acessórios correspondentes, o BGY-1 realiza RCT, ECT, FCT, CMT, PAT e CCT — os seis principais ensaios de compressão para papel e papelão ondulado. Isso elimina a necessidade de múltiplos equipamentos, reduzindo investimento em ativos de laboratório e simplificando o processo de calibração metrológica.

2. Motor de Passo com Controle por Chips Americanos

O acionamento por motor de passo de alto desempenho com controle digital garante velocidade de teste estável e reprodutível em toda a faixa de 50 a 3000 N. A transmissão por fuso de esfera de precisão elimina folgas mecânicas e garante paralelismo das placas inferior a 0,05 mm — parâmetro crítico para a validade dos resultados de ECT e RCT.

3. Sensor de Alta Precisão: Erro Inferior a 1%

O sensor de carga de alta precisão controla o erro de indicação em menos de 1% e a variação de indicação em ≤1%, atendendo aos requisitos metrológicos das normas ISO 13820, ISO 3037 e TAPPI. Isso garante resultados comparáveis entre laboratórios e rastreáveis para auditorias de qualidade.

4. Tela Touchscreen Colorida e Interface Intuitiva

A tela colorida sensível ao toque de alta resolução permite configurar parâmetros de ensaio, visualizar gráficos de carga em tempo real, acompanhar o ponto de colapso da amostra e acessar as funções estatísticas sem necessidade de computador externo.

5. Funções Estatísticas Automáticas

O sistema processa e exibe automaticamente os principais indicadores estatísticos do lote: valor máximo (peak load), valor médio, valor mínimo, desvio padrão e coeficiente de variação. Esses dados são essenciais para laudos de controle de qualidade e relatórios de P&D.

6. Impressora Térmica Acoplada e Exportação para PC

A impressora térmica de alta velocidade acoplada ao equipamento emite resultados no local, sem necessidade de computador. Para análises mais aprofundadas, o software profissional incluso permite conectar o BGY-1 a um PC para salvar, exportar e gerar gráficos completos dos ensaios realizados.

7. Calibração Profissional pelo Usuário

O procedimento de calibração embutido no software permite que o próprio usuário calibre o equipamento com facilidade, sem depender de assistência técnica para calibrações de rotina — reduzindo custos operacionais e tempo de inatividade do laboratório.

Como Utilizar o Crush Tester BGY-1

Condicionamento das Amostras

Para que os resultados sejam comparáveis com outras fontes e válidos segundo as normas ISO e TAPPI, as amostras de papel e papelão devem ser condicionadas antes do ensaio:

  • Condicionar as amostras por no mínimo 2 horas em ambiente a 23 °C ± 1 °C e 50% ± 2% de umidade relativa (conforme ISO 187 e TAPPI T402)
  • Manusear as amostras com pinças ou luvas para evitar contaminação por umidade das mãos
  • Realizar os ensaios no menor tempo possível após a retirada do condicionador
  • Preparar as amostras com os cortadores específicos de cada ensaio (RCT, ECT/PAT, FCT) para garantir dimensões e bordas precisas

Passo a Passo de Operação

Etapa Descrição
01 Ligar o equipamento e aguardar a inicialização do sistema na tela touchscreen
02 Selecionar o tipo de ensaio desejado (RCT, ECT, FCT, CMT, PAT ou CCT) na tela
03 Instalar o acessório correspondente ao ensaio selecionado (suporte RCT, bloco-guia ECT, cortador FCT etc.)
04 Configurar os parâmetros de ensaio: velocidade de teste (12,5 ± 2,5 mm/min), unidade de força (N ou kgf) e identificação da amostra
05 Posicionar a amostra corretamente no acessório de acordo com as instruções da norma aplicável
06 Iniciar o ensaio — o sistema aplica a força automaticamente, exibe o gráfico em tempo real e registra o peak load no colapso
07 O prato retorna automaticamente à posição inicial após o ensaio — substituir a amostra e repetir para o número de corpos de prova do lote
08 Ao final do lote, o sistema exibe automaticamente as estatísticas completas (média, desvio padrão, mínimo, máximo, CV%)
09 Imprimir o laudo via impressora térmica acoplada ou exportar para PC com o software profissional incluso

Guia Rápido: Qual Acessório Usar em Cada Ensaio

Ensaio Acessório necessário Material testado Norma
RCT Suporte RCT + cortador de amostras RCT Papel (liner / capa) ISO 12192 / GB/T 2679.8
ECT Bloco-guia ECT + cortador ECT (BBJ-B25) Papelão ondulado (chapa) ISO 3037 / GB/T 6546
FCT Cortador de amostras planas FCT Papelão ondulado (chapa) ISO 3035 / GB/T 2679.6
CMT Flauta vertical + acessórios auxiliares CMT Papel miolo (fluting medium) ISO 7263 / GB/T 2679.6
PAT Suporte PAT + cortador ECT (BBJ-B25) Papelão ondulado (colagem) ISO 13820 / GB/T 6548
CCT Flauta vertical + acessórios auxiliares CCT Papel miolo ondulado ISO 7263 / GB/T 2679.6

Especificações Técnicas do Crush Tester BGY-1

Parâmetro Especificação
Faixa de medição 50 – 3000 N, Resolução 1 N
Precisão Erro de indicação ±1% | Variação de indicação ≤1%
Velocidade de teste (12,5 ± 2,5) mm/min
Velocidade de retorno 1 – 18 mm/min
Paralelismo das placas de pressão < 0,05 mm
Distância máxima entre placas ≥ 70 mm
Acionamento Motor de passo de alto desempenho com controle por chips americanos
Transmissão Fuso de esfera de precisão
Placas de pressão Aço inoxidável (superior e inferior)
Painel de controle Liga de alumínio
Interface de operação Tela colorida sensível ao toque, alta resolução
Impressão de resultados Impressora térmica de alta velocidade (acoplada)
Conectividade Conexão a computador para salvar, exportar resultados e gráficos
Software Software profissional incluso
Alimentação elétrica AC 220V, 50 Hz
Dimensões Aproximadamente 330 × 350 × 510 mm
Peso Aproximadamente 34 kg
Normas atendidas GB/T 2679.8, GB/T 6546, GB/T 6548, GB/T 2679.6, ISO 13820, ISO 3037, ISO 7263, ISO 12192, ISO 3035, GB/T 1048

Acessórios Disponíveis para o Crush Tester BGY-1

O BGY-1 possui um ecossistema completo de acessórios para habilitar cada modalidade de ensaio. Os acessórios são adquiridos conforme a necessidade do laboratório:

Acessório Ensaio habilitado Descrição
Suporte + Cortador de amostras RCT RCT Para testes em papel e papelão (liner/capa)
Cortador BBJ-B25 + Bloco-guia ECT ECT / PAT Para testes de compressão de borda e adesão do papelão ondulado
Suporte para teste PAT PAT Para teste de resistência de adesão por pinos
Cortador de amostras planas FCT FCT Para teste de resistência à compressão plana do papelão ondulado
Flauta vertical + acessórios auxiliares CMT / CCT Para teste vertical do papel miolo e esmagamento corrugado
Base para teste de espessura Espessura Para papel, papelão, papelão ondulado ou qualquer tipo de papel

Perguntas Frequentes sobre o Crush Tester BGY-1

Qual a diferença entre RCT e ECT?

O RCT (Ring Crush Test) avalia a resistência à compressão do papel individualmente — especificamente das capas (liners) usadas no papelão ondulado. A amostra é conformada em anel cilíndrico. O ECT (Edge Crush Test) avalia a resistência da chapa de papelão ondulado já formada, com a amostra posicionada verticalmente. Enquanto o RCT qualifica a matéria-prima (papel), o ECT qualifica o produto acabado (chapa), sendo diretamente relacionado à resistência ao empilhamento de caixas (BCT).

O BGY-1 atende à norma ISO 3037 (ECT)?

Sim. O Crush Tester BGY-1 atende à norma ISO 3037 (Determination of edgewise crush resistance) para o ensaio ECT, além das normas ISO 12192 (RCT), ISO 3035 (FCT), ISO 7263 (CMT/CCT), ISO 13820 (PAT) e suas equivalentes GB/T, cobrindo toda a cadeia de ensaios de resistência do papelão ondulado.

O equipamento realiza cálculos estatísticos automaticamente?

Sim. A operação automática com função de estatísticas calcula e exibe valor máximo (peak load), valor médio, valor mínimo, desvio padrão e coeficiente de variação ao final de cada série de ensaios, sem necessidade de planilha externa. Os resultados podem ser impressos diretamente pela impressora térmica acoplada ou exportados para PC com o software profissional incluso.

Qual a velocidade de teste e por que ela é padronizada?

A velocidade de teste do BGY-1 é de (12,5 ± 2,5) mm/min, conforme especificado pelas normas ISO 3037, ISO 12192 e TAPPI correspondentes. A padronização da velocidade é essencial porque materiais fibrosos como papel e papelão têm comportamento visco-elástico — resultados obtidos em velocidades diferentes não são comparáveis entre si. O motor de passo garante precisão e estabilidade nessa velocidade ao longo de todo o ensaio.

É necessário condicionar as amostras antes do ensaio?

Sim, o condicionamento é obrigatório segundo as normas ISO e TAPPI. Amostras de papel e papelão devem ser condicionadas por no mínimo 2 horas a 23 °C ± 1 °C e 50% ± 2% de umidade relativa (conforme ISO 187). A umidade tem forte influência na resistência mecânica de materiais fibrosos — sem condicionamento adequado, os resultados podem apresentar variações de até 20 a 30%, inviabilizando comparações entre lotes e laboratórios.

O BGY-1 substitui uma prensa hidráulica para crush test?

Para os ensaios de papel e papelão ondulado (RCT, ECT, FCT, CMT, PAT e CCT) com faixa de 50 a 3000 N, o BGY-1 é a solução tecnicamente mais adequada e indicada pelas normas. O acionamento por motor de passo com fuso de esfera oferece controle preciso de velocidade — requisito normativo — que as prensas hidráulicas convencionais não conseguem garantir sem sistemas eletrônicos adicionais. Prensas hidráulicas são indicadas para ensaios de compressão de caixas completas (BCT), que exigem capacidades acima de 10.000 N.

Qual a relação entre ECT e BCT (resistência da caixa)?

O BCT (Box Compression Test) — resistência ao empilhamento da caixa acabada — pode ser estimado a partir do ECT usando a Fórmula de McKee: BCT = k × ECT × √(Z × h), onde Z é o perímetro da caixa e h a espessura do papelão. Isso significa que o controle rigoroso do ECT no Crush Tester BGY-1 permite prever e garantir o desempenho da caixa sem a necessidade de ensaiar cada caixa individualmente — reduzindo significativamente o custo e o tempo do controle de qualidade.

Quantos corpos de prova são necessários por ensaio?

As normas ISO e TAPPI recomendam no mínimo 10 corpos de prova por amostra para obtenção de resultados estatisticamente representativos. O sistema de estatísticas automático do BGY-1 processa esses 10 ou mais resultados automaticamente, calculando média, desvio padrão e coeficiente de variação (CV%). Um CV% superior a 5 a 8% pode indicar problemas de preparação de amostra ou de processo produtivo.

Como calibrar o Crush Tester BGY-1?

O BGY-1 possui um procedimento de calibração profissional embutido no software, que permite ao próprio usuário calibrar o equipamento com facilidade utilizando massas padrão rastreáveis. Para laboratórios que integram sistemas de qualidade ISO 9001, IATF ou similares, a calibração deve ser documentada e realizada com periodicidade definida pelo plano de calibração, utilizando padrões com rastreabilidade ao INMETRO ou organismos acreditados equivalentes.

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